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Horizonte

A urbe ruge pressa, insanidade.
Desconexa, concreta pólis
ergue o burgo em edifício.
Urde a não cidade, a cidadela.

No sem fim, vazia,
a fatia do ser espreita,
tateia, procura, urge.

Dispersa
espera uma porta do olhar,
e vadia, foge pela janela.

Escapole.

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Um comentário em “Horizonte

  1. Linda Ruth, sempre nos surpreendendo, não é mesmo?
    Gostei muito.
    Beijão.

    Curtido por 1 pessoa

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