2 Comentários

Grito

Sem, no entanto, a mesma elegância de Cartola
Grito aos corredores do prédio
O remédio é o grito
Não vou! Não quero!

Sem nem sequer morar em prédio
Grito ao meu peito enfunado
Por tantas vezes calado
Não vou! Não quero!

Grito para que se faça sanha
E aí o peito se assanha
Mais e mais fundo no intento
Não vou! Não quero!

Mas como me falta a elegância
Ninguém me ouve ou canta
Meu solitário lamento
Não, não vou!

Não quero…

 

cartola

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2 comentários em “Grito

  1. Gritar é o que mais quero agora…
    Parabéns poeta amiga.

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  2. Circulam nos meus olhos tuas pílulas poéticas. Tomo vinho sagrado. a língua lambe o azul das estrelas.

    Curtir

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