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Lide

Café com pão, manteiga em harmonia,
Alegoria que em nada me acresce,
Maisena má de todo santo dia,
Migalhas toscas que ninguém merece.

Só o que preciso é dessa angústia e fome,
De vez em quando, mais do que de prece,
Se Deus só cria a fama que consome
E a sorte aborta os sonhos de quermesse,

Não quero o brio de sombras derivado
Quando é silente o sol da liberdade,
Que nem lumia as portas de saída.

Se a vida é gárgula com o bote armado,
Nós só saímos da morte em verdade
Se há desafios pra encarar na lida.

Mailton Rangel

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