1 comentário

naturalmente

chuvanoite

os teus olhos de dizer, morena
e o teu corpo de carne tão doce
roubaram de novo a cena
no meio da noite

a chuva falava ao telhado
o fardo pesado era o tempo
escorrendo nos poros molhados
de um mesmo contentamento

o teu jeito de gostar, morena
e o teu sorriso de amor pulsante
transbordaram o lençol e a trama
naturalmente

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Sobre Daniel Moreira

Nasceu em Caçapava do Sul e mudou-se para Pelotas no final de 1996. Publicou dois livros de poesias, Poemas Urbanos em 2009 e [Re]versos em 2012. É autor fixo da Revista Samizdat e um dos idealizadores do projeto Poesia no Bar.

Um comentário em “naturalmente

  1. Fosse tão somente a habilidade do poeta, já o parabenizaria. Mas, conforme me confidenciou – sem reservas, evidentemente – se trata de uma homenagem à esposa. Não posso omitir das minhas congratulações este particular, permitindo que os demais leitores dele também compartilhem.

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